domingo, 27 de novembro de 2011

Minhas visões.

Terra distante ergue-se há muito.
Névoas se esvaem auxiliadas por corpos flamejantes.
Pegue minha visão para as coisas que eu vi.
Liberte-se da liberdade oferecida pela ilusão.

Os argumentos da razão tornam-se loucura,
Os gritos de revolta ecoam,
Bandeiras de luta!

Aquele quadro na parede,
Está prestes a cair.
Substituído pelo vazio.

Vidas desperdiçadas,
Chances inesgotáveis.
Você acha que aprendemos?


Eu olhei para os olhos,
deste mundo.
E o que eu vi,
foi aterrador

Eu os vi dançando,
uma linda canção,
na espiral do medo.
E eu os vi celebrando,
uma nova geração.
Aberração.

Formas humanas,
apenas lembranças,
irreconhecívelmente esfaceladas pelas mãos do destino,
corrigindo o seu erro.


Vencedores não serão os únicos,
Mas estão ocupados demais para perceber.

Reinvidicações nobres,
Pessoas da plebe.

Vermes astutos, por aqui e acolá,
apenas anciões aos seus olhos.
Corrompendo tudo o que podem.

Eles são as estrelas da noite,
colorindo o dia.

Do alto, todos estão assistindo à morte do céu.